segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Premiações


Sua primeira nomeação ao Oscar foi em 1929, ano do primeiro Oscar. Chaplin havia sido nomeado como melhor diretor de comédia e melhor ator em The Circus, mas a Academia de Hollywood decide desconsiderar e dar-lhe um prêmio especial pela "versatilidade e excelência na atuação, roteiro, direção e produção". Outro filme a receber um prêmio especial naquela ano foi O Cantor de Jazz (The Jazz Singer), a primeira película falada e cantada, com Al Jolson no papel título.

Chaplin não levava muito em conta estas nomeações, seu filho descreve que ele deixava seu prêmio de 1929 ao lado da porta, para não deixá-la bater. Este fato provocou a ira da Academia de Hollywood. Isto talvez explique porque Luzes da Cidade e Tempos Modernos, considerados dos melhores filmes de todos os tempos, nunca estiveram na lista da Academia.

Seu filme O Grande Ditador (1940) recebeu nomeações como melhor filme, melhor ator, melhor roteiro e música original, mas não foi premiado. Assim como Monsieur Verdoux (1948), indicado como melhor roteiro.


Em 1952, Chaplin ganhou o Oscar de melhor música em filme dramático por Luzes da Ribalta (Limelight), de (1952), filme que participou também Buster Keaton. Em razão das perseguições da época de sua realização este prêmio só pode ser recebido em 1972, junto com talvez a sua maior premiação.

Em 1972, ainda no exílio, havendo muita expectativa nesta premiação, pois não se sabia se seria permitida sua re-entrada nos EUA, ele volta aos Estados Unidos pela última vez, para receber um prêmio especial da Academia pelas "suas incalculáveis realizações na indústria do cinema", se tornando uma das maiores aclamações na história do Oscar, onde Chaplin foi aplaudido por mais de cinco minutos, em pé por todos os presentes.

Seu último filme foi A Countess from Hong Kong, de 1967.

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